Guamote e os Puruhá

Piui! Piui! Na madrugada, é dada a largada para uma aventura quente em emoção e gelada de doer os ossos, nas mais altas montanhas da cordilheira equadoriana. Estamos no ferrocarril, um trem que corta toda a província de Chimborazo, região central do Equador. A velha locomotiva percorre em zigzag abismos de mais de trezentos metros, conhecido como o "nariz del diablo", passando pelo nevado vulcão Chimborazo até chegar ao pequeno povoado de Guamote. O trem pára por vinte e cinco minutos para o café da manhã. Nesse momento, o povoado recebe a visita dos antigos indíginas da dinastia Puruhá. Eles moram nas partes mais altas e descem para negociar os seus produtos, uma vez por semana. Devido a sua cultura, os Puruhá são avessos à fotografia, mas, chegando sorrateiro, consegue-se a liberação do registro. 
   









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